Opinião dos Professores sobre o uso de simulação de jogos de negócios para aprendizagem

  • Posted by Izabella Valladares
  • On abril 2, 2018
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Há algum tempo atrás Harvard publicou um artigo sobre a opinião de alguns de seus professores a respeito do uso de simulação no ensino. Motivados por esse material, resolvemos fazer as mesmas perguntas feitas aos professores de Harvard para alguns de nossos professores. As respostas foram muito interessantes, e você pode conferi-las a seguir nesse post.

  A primeira pergunta foi “O que a Simulação faz pelos alunos que aulas no formato tradicional não fazem? ”. O Professor Felipe Nascimento acredita que na simulação os conceitos, que no formato tradicional ficam apenas na teoria, são aplicados pelos alunos neste contexto simulado, proporcionando erros e acertos que somente a execução prática proporciona. Sobre esse tema, o Professor Flávio Schneider acrescenta que as simulações aproximam os alunos da realidade da gestão nas empresas com todo o ambiente e a pressão empresarial presente nas organizações para a obtenção de resultados, tais como: receitas, lucros, market share, investimentos em tecnologias, marketing, desenvolvimento de pessoas, entre outros.

Em seguida perguntamos como os alunos reagem ao uso de Simulações. Ambos os professores concordam que os alunos costumam se dedicar bastante ao jogo, ficam satisfeitos com o modelo da disciplina e que, apesar da competitividade, o jogo é descontraído e divertido. O professor Flávio Schneider destaca que os alunos incorporam com afinco o senso de gestão, liderança, tomada de decisão, gestão de conflitos, entre outros.

E o que mais surpreendeu os nossos professores ao aplicar simulação em suas aulas? Para Felipe, é curioso como alguns alunos se surpreendem com conceitos básicos da gestão empresarial na hora que passam a gerir a empresa no ambiente simulado. Mas quando revemos os conceitos mostrando como eles apareceram ali na prática nos relatórios do simulador, finalmente esses alunos entendem e abrem um grande sorriso. Como se a teoria fizesse sentido pela primeira vez.

Já para Flávio o que surpreendeu foi o fato de que mesmo quando o jogo é aplicado como a última disciplina do curso de MBA, quando os alunos já não estão com a mesma expectativa e a preocupação está voltada para o desenvolvimento do TCC, os alunos se interessam, se dedicam e abraçam a disciplina com toda a energia.

Para finalizar perguntamos o que eles diriam para alguém que nunca usou simulação como ferramenta de ensino para tentar convencê-la a testar. Flávio diz “é uma aula inspiradora, onde realmente os participantes poderão pôr em prática conceitos e experiências profissionais e assim testar conhecimento a partir de um modelo simulado, muito próximo das práticas de mercado. ”

E Felipe completa “No caso de simuladores de gestão empresarial, digo que seu uso é a chance que o aluno tem de testar os conceitos na prática sem correr o risco de perder dinheiro de verdade. É como se um aluno estudasse para ser piloto de avião. Ele tem a chance de pilotar um avião num simulador de vôo, sem colocar a sua vida em risco. Após algumas horas num simulador, aí sim ele estará mais confiante para o passo seguinte que é pilotar um avião de verdade. Com os simuladores de gestão empresarial não é diferente, o aluno tem a chance de exercitar e aprender na prática, sem correr nenhum risco real. ”

Para ver o quais são as opiniões dos professores de Harvard sobre o uso de simuladores no ensino, clique no link a seguir: clique aqui!

Até a próxima!

Coordenadora de mídias digitais
 

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